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França lança míssil M51 a partir de submarino

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A França testou hoje (27 de jan) com sucesso o lançamento de um míssil M51 de nova geração a partir de um submarino, o que permite em embarcações submersas o uso dessa arma, que pode conter ogivas nucleares, informou o Ministério da Defesa francês.

O teste foi realizado a partir do submarino "Le Terrible", nas águas da baía atlântica de Finisterre, com um M51 sem carga atômica e após três testes de lançamento do míssil a partir do solo.
O êxito do teste "marca uma etapa importante na modernização e adaptação do dispositivo de dissuasão da França em estrito respeito aos compromissos internacionais", ressaltou o Ministério da Defesa em comunicado.

A França espera substituir neste ano os M45, que equipam seus submarinos, por unidades de M51, um míssil mais potente e capaz de atingir alvos mais distantes, de até 8 mil quilômetros.

Cada submarino pode ser equipado com até seis cabeças que podem ser dirigidas a outros tantos alvos.

Com 12 metros de altura e 50 toneladas de peso, o míssil precisa de condições particulares para o lançamento, o que exigiu várias adaptações em "Le Terrible".

Segundo diversas fontes, o míssil foi lançado em direção a águas do Canadá ou do Brasil, o que não foi confirmado pelo ministério.

O M51 é capaz de atingir uma velocidade de quase 20 mil quilômetros por hora, por isso pode atravessar o Atlântico em menos de 15 minutos.

MIT cria impressora de comida que utiliza cartuchos de comidas

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Trata-se de uma impressora 3D que utiliza cartuchos de comida ao invés de tinta. A máquina armazena, mistura, cozinha e resfria os ingredientes

Batizada de Cornucopia - símbolo mitológico que significa fortuna e abundânica - , a fábrica de comida é uma impressora 3D que utiliza cartuchos de comida ao invés de tinta. A máquina armazena, mistura, deposita e cozinha camadas de ingredientes.

O aparelho funciona da seguinte maneira: o compartimento acima da câmara central armazena e resfria os ingredientes. Por meio de uma tela transparente sensível ao toque, o usuário decide qual refeição deseja fazer e pode selecionar também a quantidade de calorias que deseja ingerir, por exemplo.

Após escolher o prato, a máquina envia os ingredientes a um sistema que os mistura e armazena em diferentes camadas do sistema de resfriamento ou aquecimento.

O projeto ainda está sendo desenvolvido. Chocolate, nozes, massas, tomate e queijos são os produtos que, por enquanto, foram aprovados com sucesso por protótipos da Cornucópia.

Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti

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A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.

Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.

O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.

Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.

De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:

1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.

2.- A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).

3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.

- Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
- Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km..
- Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

O restante das réplicas ocorreram em profundidades próximas dos 10 km.

Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.

Fraser, do Comando Sul (SOUTHCOM), informou que navios da Guarda Costeira e da Marinha dos EUA na região foram enviados para oferecer ajuda mesmo que tenham recursos e helicópteros limitados.

O portaviões USS Carl Vinson foi enviado da base naval de Norfolk, Virginia, com sua capacidade de aviões e helicópteros completa e chegou ao Haiti nas primeiras horas da tarde de 14 de janeiro. Outros grupos adicionais de helicópteros unir-se-ão ao Carl Vinson, declarou Fraser.
A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), já operava no Haiti antes do sismo. O presidente Obama foi informado do terremoto às 17h52 de 12 de janeiro e solicitou ao seu pessoal que se a assegurassem de que os funcionários da Embaixada estivessem a salvo e que começassem os preparativos para proporcionar a ajuda humanitária que fosse necessária.
De acordo com o relatório russo, o Departamento de Estado, USAID e o Comando Sul dos EUA começaram seu trabalho de “invasão humanitária” ao enviar pelo menos 10.000 soldados e mercenários, para controlar, no lugar da ONU, o território haitiano após o devastador “terremoto experimental”.

Projeto HAARP

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HAARP
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Coordenadas: 62° 23' 30" N, 145° 09' W


Vista das instalações do HAARP, nas imediações do monte Sanford (Alasca)
O projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska para "entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância". Iniciou-se em 1993 para uma série de experimentos durante vinte anos. É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico que servirão para melhorar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica.
Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. Em janeiro de 2010, setores da imprensa venezuelana afirmaram que o terremoto de 2010 no Haiti poderia ter sido causado por armas produzidas pelo projeto HAARP[1]. Entretanto, não há nenhuma prova cabal de que o sistema possua esse potencial[carece de fontes].

O enclave
O lugar onde se situa HAARP fica próximo à Gakona, Alasca (lat. 62°23'36" N, long 145°08'03" W), ao oeste do Parque Nacional Wrangell-San Elias. Depois de realizar um relatório sobre o impacto ambiental, permitiu-se estabelecer ali uma rede de 180 antenas. O HAARP foi construído no mesmo lugar onde se encontravam algumas instalações de radares, as quais abrigam agora o centro do controle do HAARP, uma cozinha e vários escritórios. Outras estruturas menores abrigam diversos instrumentos. O principal componente de HAARP é o Instrumento de Investigação Ionosférica (IRI), um aquecedor ionosférico. Trata-se de um sistema transmissor de alta frequência (HF) utilizado para modificar temporariamente a ionosfera. O estudo destes dados contribui com informações importantes para entender os processos naturais que se produzem nela.
Durante o processo de investigação ionosférica, o sinal gerado pelo transmissor envia-se ao campo de antenas, as quais a transmitem para o céu. A uma altitude entre 100 e 350 km, o sinal absorve-se parcialmente, concentrando-se numa massa a centenas de metros de altura e várias dezenas de quilômetros de diâmetro sobre o lugar. A intensidade do sinal de alta frequência na ionosfera é de menos de 3 µW/cm2, dezenas de milhares de vezes menor que a radiação eletromagnética natural que chega à Terra procedente do Sol, e centenas de vezes menor que as alterações aleatórias da energia ultravioleta (UV) que mantém a ionosfera. No entanto, os efeitos produzidos pelo HAARP podem ser observados com os instrumentos científicos das instalações mencionadas, e a informação que se obtém é útil para entender a dinâmica do plasma e os processos de interacção entre a Terra e o Sol.
O local onde se encontra HAARP foi construído em três fases. O protótipo tinha 18 antenas, organizadas em três filas de seis antenas cada. Esta instalação inicial demandava 360 kW de potência, e transmitia a energia suficiente para os testes ionosféricos mais básicos.
Na segunda fase foram instaladas mais 48 antenas, ordenadas em seis filas de oito antenas, com uma potência de 960 kW. Com esta potência, já era comparável a outros aquecedores ionosféricos. Esta fase foi utilizada para vários experimentos científicos que deram seus frutos, e várias campanhas de exploração ionosférica durante vários anos.
O desenho final de HAARP consta de 180 antenas, organizadas em 15 colunas de 12 unidades a cada uma. Provém um ganho máximo estimado em 31 dB. Requer uma alimentação total de 3,6 MW. A energia irradiada é de 3981 MW (96 dBW). Em verão de 2005, todas as antenas estavam já instaladas, mas ainda não se tinha transmitido à máxima potência.
Cada antena consta de um dipolo cruzado que pode ser polarizado para efetuar transmissões e recepções em modo linear ordinário (modo Ou) ou em modo extraordinário (modo X). A cada parte da cada um dos dipolos cruzados está alimentada individualmente por um transmissor integrado, desenhado especialmente para reduzir ao máximo a distorção. A potência efetiva irradiada pelo aquecedor está limitada por um fator maior de 10 à mínima frequência operativa. Isto se deve às grandes perdas que produzem as antenas e um comportamento pouco efetivo.
O HAARP pode transmitir numa onda de freqüências entre 2,8 e 10 MHz. Esta intensidade está acima das emissões de rádio AM e por embaixo das freqüências livres. Não obstante, HAARP tem permissões para transmitir unicamente em certas frequências. Quando o aquecedor está transmitindo, a largura de banda do sinal transmitido é de 100 kHz ou menos. Pode transmitir de forma contínua ou em pulsos de 100 microssegundos. A transmissão contínua é útil para a modificação ionosférica, enquanto a de pulsos serve para usar as instalações como um radar. Os cientistas podem fazer experimentos utilizando ambos métodos, modificando a ionosfera durante um tempo predeterminado e depois medindo a atenuação dos efeitos com as transmissões de pulsos.

Bater papo com maciano no Google Earth agora é possível.

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Digite essas coordenadas da imagem no Google Earth e mande localizar.

Depois clique no robô marciano 2 vezes.

Vai abrir um chat onde ele responde qualquer pergunta.

Para quem não sabe esta é a famosa face humana em Marte.

Local: Cydonia


Manteiga feita de leite?

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No 1º grau vc aprendeu que a manteiga era feita de leite.
Manteiga feita de leite?
Isso foi o que seus avós viram, seus pais ficaram sabendo e vocês foram  enganados. Para ver a manteiga verdadeira só pagando muito caro.
Duvida de mim? Leia a embalagem então.





Manteiga, margarina, light, diet, é tudo igual, só muda o rótulo.
Bom é não comer pois comer não ajuda em nada, só afeta sua saúde.

Do que é feito a manteiga? ---> Tradução
Óleo vegetal interestificado ---> óleo de soja modificado quimicamente e misturado com gordura hidrogenada para engrossá-lo, transformando-o em "gordura trans" embora a embalagem não diga isso e é mais prejudicial que a gordura hidrogenada pois aumenta muito o colesterol e o açúcar no sangue (Revista "Nutrition and Metabolism")

Água ---> Para render ainda mais e ficar mais líquido

Leite em pó desnatado ---> Resto de leite, leite desnatado seco

Leite em pó desnatado reconstituído ---> Resto do resto de leite em pó com pouca água, eles fazem o leite integral ficar semidesnatado, ficar desnatado, secar, virar leite em pó, depois adicionar química e água para render mais. É leite feito com 80% de água.

Soro de Leite em pó desnatado reconstituído ---> Imagina o resto do resto do resto. É o subproduto, gordura coagulada e jogada fora na fabricação do queijo, contendo quantidade mínima de cálcio e servindo apenas como anticoagulante e intensificador de cor na manteiga.

Sal ---> Para enganar o gosto de óleo

Lecitina de soja ---> Para dar outro gosto ao óleo, é usada como emulsão do composto da manteiga ou lubricante dele (serve como óleo), evita a formação de pelotas no uso e possui triglicerídeos.

Acidulante ---> Para dar um gostinho mais forte de azedo, que é somado ao gosto do sal e serve para regular a acidez da manteiga.

Aroma artificial de manteiga ---> Para forçar vc a achar que está realmente comendo manteiga

Corante artificial de manteiga ---> Para vc ser enganado sem ver

Estabilizante ---> Para poder juntar isso tudo, e fazer a emulsão funcionar e não decantar a manteiga, formando uma faixa de gordura no fundo, o que alguns chamam de soro mas é gordura pesada.

Antioxidante ---> Para essa química não entrar em funcionamento, fazer a reação e estragar tudo

Conservante ---> Para não deixar estragar essa porcaria toda, não deixar dar fungo ou servir de hotel de bactérias enquanto está aberta para consumo.


Murciélago LP-670-4 SuperVeloce chega ao Brasil

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Esportivo da Lamborghini atinge 342 km/h e custa R$ 2,7 milhões

Platinuss
Modelo que está à venda no Brasil tem a carroceria na cor preta fosca. Superesportivo tem motor V12 de 670 cv
A importadora Platinuss anuncia a chegada de apenas uma unidade do Lamborghini Murciélago LP-670-4 SuperVeloce. O único exemplar que dsesembarcou no pais será disputado por endinheirados que estejam dispostos a desembolsar R$ 2,7 milhões pelo superesportivo.

Apresentado no Salão de Genebra (Suíça), em março do ano passado, o carro é um dos mais agressivos já produzidos pela marca italiana. Com carroceria pintada de preto fosco e interior da mesma cor, o cupê vem equipado com motor V12 6.5, que gera 670 cavalos de potência. Segundo a montadora, sua relação peso potência é de meros 2,3 kg por cavalo. Com isso, o SuperVeloce chega aos 100 km/h em 3,2 segundos e pode atingir nada menos que 342 km/h.

Lamborghini
Aerodinâmica também facilita no desempenho do SuperVeloce, que chega aos 100 km/h em 3,2 segundos e tem máxima de 342 km/h
Segundo Natalino Bertin Junior, presidente da Platinuss, o modelo é referência em esportividade. “Essas mudanças feitas no SuperVeloce em relação ao LP 670-4 ‘convencional’ forma uma excepcional combinação de desempenho, precisão, velocidade e estabilidade”.

Lamborghini Murcièlago SV: voando baixo
Como anda o superesportivo de 670 cavalos e tração integral da marca italiana

Julia LaPalme
Lamborghini Murcièlago LP 670-4 SV
Rápido! Pegue seu DVD do épico filme de Steve McQueen, “Le Mans”. Avance até a parte perto do final em que o Gulf Porsche 917 de McQueen está perseguindo a Ferrari 512 Nº 8 e aumente bem o volume. Lá está! A tomada em que a Ferrari Nº 8 ultrapassa na última volta o carro Nº 5 que havia batido. Ouça bem... É exatamente assim que a Lamborghini  Murciélago LP 670-4 SuperVeloce soa aos 7000 rpm em quarta marcha.
Você estaria viajando em torno dos 260 km/h na Lamborghini de baixa estatura nessas rotações. E você ainda teria duas marchas sobrando. Minha nossa... Este é um supercarro protagonista. Grande. Barulhento. Rápido. ALamborghini lançou o Murciélago lá em 2001 nas ladeiras do Monte Etna na Sicília. O vulcão fumegava gentilmente quando nós aterrissamos e, enquanto dirigíamos montanha acima, parte da lava da erupção ocorrida meras semanas antes ainda estava esfriando. Não foi difícil entender a mensagem nas entrelinhas: este carro foi feito para ser intimidante. Manuseie com cuidado.
Que é o que faz do LP670-4 SV tamanha surpresa. Ele é o mais leve, mais potente e mais rápido Murciélago já construído. Ainda assim, ele permite a nós, meros mortais, chegar mais perto de seu verdadeiro limite de monstruoso desempenho do que qualquer bólido já feito pela Lamborghini. Se alguma flecha baixa de US$ 450 mil (R$ 787.500), 670 cv e 340 km/h com um canhão de testosterona pudesse ser chamado de gracinha, seria essa. Bem, até certo ponto.
Julia LaPalme
SV pode parecer um Murciélago normal com alguns traços de estilo do caríssimo Reventon, mas as mudanças neste carro vão bem além da aparência. O Murciélago tradicional é feito de combinação de compostos de carbono e aço tubular. No SV, as partes de metal foram refeitas com aço perfilado de altíssima resistência que elevou a rigidez torcional em 12% e economizou uns 20 kg. O novo sistema de escape economiza outros 25 kg.

O interior feito à mão é todo em fibra de carbono e couro alcântara (que a Lamborghini afirma ser mais leve que o couro normal) e tem assentos esportivos leves que abraçam a cintura, resultando em 33 kg a menos. Os para-lamas dianteiros, painéis laterais traseiros, tampa do motor e os novos detalhes aerodinâmicos, incluindo o spoiler dianteiro e a enorme asa Aeropack (um opcional de sete mil dólares que reduz a velocidade máxima para 336 km/h, mas cola o carro no chão) são feitos de fibra de carbono. Junto com a eliminação do motor da asa traseira móvel (um pequeno spoiler fixo é padrão no SV), essas mudanças ajudam a eliminar 12 kg. O SV pisa na balança 97 kg mais leve que um Murciélago normal. Mas, com seu tanque de combustível gigante de 100 litros, ele ainda pesa substanciais 1713 kg.
Julia LaPalme
O carismático motor 6.5 litros de 12 cilindros em V de 60 graus da Lamborghini recebeu um acréscimo de 30 cavalos por conta de um sistema de admissão modificado e da otimização do trem de válvulas. Essa máquina poderosa agora produz 661 cavalos americanos (ou 670 cavalos europeus, daí o nome) a estridentes 8000 rpm e 67 mkgf de torque a 6500 rpm. O motor impulsiona as quatro rodas através da transmissão manual de seis marchas, acionada com a alavanca tradicional ou com o sistema E-Gear de embreagem simples e diferenciais de deslizamento limitado frontal e traseiro. O acoplamento viscoso central manda até 35% do torque para as rodas da frente.

A natureza explosiva do V12 e as relações de marchas relativamente longas paparicam para enganar: inicialmente, o SV parece forte, mas não embasbacante. Uma vez que o contagiros passa dos 5000 rpm, porém, é como se alguém tivesse ligado os motores de um caça a jato: há um forte empurrão entre os ombros e a sonora nota do escapamento ganha um tom mais excitante. Em 7500 rotações, é como se a trilha sonora de Le Mans estivesse sendo tocada por uma parede de amplificadores colocada logo atrás da sua cabeça e, à medida que o horizonte corre em sua direção, você se prepara para golpear a borboleta de subida de marcha antes de o motor esbarrar no limitador de giros.
 Divulgação
Com o controle de largada ligado, o LP670-4 SV equipado com o E-Gear catapulta até 100 km/h em apenas 3,2 segundos. O quarto de milha é deixado para trás em 11,4 segundos a 202 km/h. Isso é mais ou menos o que se esperaria desse carro. O que não é de se esperar é o que ocorre quando você galopeia com o LP670-4 SV por uma estrada sinuosa. Rápidas mudanças de direção e elevação, com curvas fechadas mergulhando e subindo e se chicoteando para todas as direções; este não é o território tradicional do Murciélago. Mas o SV devora essas estradas, ziguezagueando como Garrincha no auge, acelerando forte nas tangências e dançando nos trechos mais irregulares com compostura exempla
Julia LaPalme
Você só precisa das duas primeiras marchas para apavorar a maioria das estradas sinuosas – a segunda vai levá-lo além dos 175 km/h – e, se você conseguir alcançar a quarta marcha em um trecho reto, você está se aproximando dos 305 km/h. Bem rápido. Felizmente, os enormes freios de cerâmica estão mais que aptos para lidar com isso. Basta afundar o pé no pedal que o SV vai deixá-lo pendurado no cinto de segurança conforme a velocidade se esvai como se você tivesse ativado o freio aerodinâmico em um dragster (de 100 km/h até a parada total, levamos apenas 29,87 metros). Inicialmente, há mais saída de frente do que se gostaria em curvas travadas de baixa velocidade conforme a tração integral luta para otimizar a distribuição do torque, mas a direção é impressionantemente comunicativa para um carro com tração nas quatro rodas. Pode-se sentir exatamente o que se passa no ponto de contato do pneu dianteiro com o asfalto e ajustar suas reações de acordo.

Julia LaPalme
Quando as velocidades de curva sobem, um equilíbrio de outro mundo toma conta do chassi à medida que trem de força, aerodinâmica e suspensão começam a trabalhar em perfeita harmonia. O SV estilinga em curvas de 80 km/h no dobro dessa velocidade, dando a impressão que está parafusado à pista, se comunicando com você o tempo todo – e, pela primeira vez em um Murciélago, não são sussurros ameaçadores de lesão corporal grave. Você nunca sente que está a ponto de ser atropelado pelo enorme V12 atrás de você no meio da curva, mesmo se você precisar pisar mais fundo ou a inclinação da pista mudar repentinamente. Ficou para trás o temperamento ameaçador que sempre fez do Murciélago – e o Diablo e o Countach antes dele – um dos mais traiçoeiros supercarros para se dirigir rápido. Você não precisa temer o LP670-4 SV. Você pode confiar nele.

É difícil acreditar que o Lamborghini Murciélago já tem oito anos de idade. O desenho dramático de Luc Donckerwolcke ainda se parece mais com o século 21 do que qualquer coisa que a Ferrari já fez desde a Enzo. Mas, em outros aspectos, a idade começa a pesar. Os mostradores são difíceis de ler, alguns dos controles são de baixa qualidade com o toque de plástico e a unidade central Kenwood, que também serve de tela para a câmera de ré opcional de US$ 4.350 (que nós escolheríamos; uma coisa que não mudou desde o Countach é a falta de visibilidade traseira) e o sistema de navegação de US$ 4.900 (que nós desprezaríamos, juntamente com o sistema de som) parecem algo que se encontraria em uma loja automotiva de shopping em vez de em um carro que custa perto de meio milhão de dólares. O interior feito à mão tinha algumas rugas no forro do teto em couro alcântara e havia um ruído que vinha de trás do revestimento em fibra de carbono da porta do motorista.
Julia LaPalme
A maior fraqueza do carro, porém, é a transmissão manual de embreagem simples ativada eletronicamente. Mesmo o modo Corsa (que não tem relação com o carro da GM) é mais lento que os melhores câmbios manuais de embreagem dupla atuais, com muito mais variação na qualidade das trocas – passar de primeira para segunda ou de segunda para terceira de pé embaixo dá um tranco mais forte que um cruzado de direita de Mike Tyson – e você vai poder fazer apenas um punhado de arrancadas com o controle de largada ligado antes de a embreagem pedir água e precisar descansar.
O sistema E-Gear ainda é mais rápido que um câmbio manual tradicional quando se dirige o SV forte – os pilotos de teste da Lamborghini o preferem – mas você precisa se lembrar de tratar as borboletas como peças que movem partes de metal de verdade em vez de controles de videogame. Aliviar ligeiramente o acelerador em subidas de marchas fortes ajuda a amaciar o salto para frente.
Por tudo isso, é difícil não amar o Lamborghini Murciélago LP670-4 SuperVeloce. Sim, há supercarros tecnicamente melhores por aí. E, sim, ele é estupidamente caro – nosso carro de testes custava dolorosos US$ 480.325 (cerca de R$ 840.570) e ele não é quatro vezes melhor que um Corvette ZR1. Mas não há nada – nada – nas estradas com a presença de palco pura deste Murciélago. Ele parece um supercarro. Ele soa como um supercarro. E ele faz o motorista se sentir como o Super-Homem.

Porsche apresenta 911 GT3 R

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Versão de competição vem com motor de 480 cavalos e estilo agressivo


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Porsche 911 GT3R: 480 cavalos prontos para entrarem na pista
A paixão dos ingleses pelo automobilismo fez a Porsche decidir por lançar a versão GT3R do 911 no Salão de Birmingham (Inglarerra), que começou hoje (14) e vai até domingo (17). O carro entra no lugar do 911 GT3 Cup S com alguns vantagens. A primeira é que o motor passou de 3.6 para 3.8 litros de cilindrada e ganhou 30 cavalos a mais, chegando nos 480 cv. Além disso, o ângulo do aerofólio traseiro é um pouco mais agressivo. E como não poderia deixar de ser, a parte de baixo é carenada e plana (para melhorar a aerodinâmica), os amortecedores SACHS são reguláveis e o sistema de transmissão inclui câmbio seqüencial de seis marchas.
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Alguma dúvida de que o carro foi preparado para competição?
Mas os interessados nessa máquina terão que se apressar, já que conforme o responsável pela divisão de competição da Porsche, o alemão Uwe Brettel, a demanda por essa versão de corrida é grande e quase todas as unidades que serão fabricadas em 2010 já estão vendidas, cada uma por 279 mil euros, o equivalente a R$ 690 mil no mercado europeu, sem contar as taxas de impostos.
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Ângulo do aerofólio traseiro é mais agressivo no GT3R que no antecessor, o GT3 Cup S

Você sabe o que custa R$ 13.575,00 o litro? E R$ 663,33 o quilo

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Faça os cálculos e comprove você mesmo.

Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem ( saquinho ) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Cheguei em casa e resolvi fazer os cáculos e constatei que estava pagando proporcionalmente, R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria, vale tudo isso ?? Deve estar custando mais hoje do que na época do descobrimento do Brasil, pelo caminho das Índias.

As indústrias se utilizam " espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. 

Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mas uma ???) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. 

Compre orégano em lojas de produtos naturais. Você pagará cerca de 10 reais por 200g de orégano. Dá para abrir uma pizzaria grande com R$ 30,00 de orégano nessas lojas.

VEJAM O ABSURDO 
Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? 

Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. 
Há não muito tempo, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. 

Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. 

Olhe só o cúmulo: Em muitos casos vale mais a pena comprar outra impressora do que comprar cartuchos novos. Comprando a impressora nova você ainda poderá revendê-la e recuperar uma boa parte do valor gasto. Faça os cálculos com base numa impressora de R$ 100 ou R$ 150 e veja que é verdade e ainda será mais lucrativo se você comprá-la em 10x sem juros, onde você recuperará todo o valor gasto caso venda uma impressora usada a cada 2 meses.

VEJA ESTE EXEMPLO: 
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$150,00.. 
A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 150,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 75,00 (para vender rápido). 
Junta mais R$ 75,00 e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. 

Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. 

Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta! 

A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00. Fazendo as contas: 1.000ml / 5,5ml = 181 cartuchos R$ 75,00 = R$ 13.575,00. Veja só: R$ 13.575,00, por um litro de tinta colorida. 

Com este valor, podemos comprar, aproximadamente: 
- 270 gr de OURO; 
- 5 TVs de Plasma de 42'; 
- 1 UNO Mille 2007; 
- 90 impressoras que utilizam este cartucho; 
- 7 notebooks; 
- 7 Micros Dual Core com 2Gb de memória e HD de 500Gb. 

Ou seja, um mega assalto! 

Está indignado? Compre uma impressora a laser.

Jato de tinta
cartucho original --> média 70 folhas por R$ 140,00
cartucho recarregado --> média 100 folhas por R$ 10,00

Laser
tonner original ---> média 700 folhas por R$ 300,00
tonner recarregado ---> média 1400 folhas por R$ 70,00

Comparando a quantidade de folhas:
o tonner recarregado custa metade do preço cartucho jato de tinta recarregado.
 
DIGA NÃO ÀS IMPRESSORAS JATO DE TINTA
PRINCIPALMENTE AOS CARTUCHOS ORIGINAIS.

O cartucho original só vem com 5 ml de tinta (pode chegar a 15ml dependendo do modelo) 
O cartucho recarregado vem LOTADO de tinta (pode chegar a 50ml dependendo do modelo)